A reta final de adaptação dos fundos à Resolução CVM 175 e a eficiência da ID CTVM na transição de estoques

Diego Velázquez Por Diego Velázquez
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Rodrigo Balassiano

A indústria de fundos de investimento no Brasil vivenciou um dos maiores esforços operacionais e jurídicos de sua história com a adaptação em massa dos veículos de investimento ao arcabouço normativo estabelecido pela Resolução CVM 175. Com o encerramento do cronograma de transição estipulado pela Comissão de Valores Mobiliários e com mais de dois terços dos fundos ativos devidamente alinhados à nova regra, o mercado de capitais brasileiro entra em uma fase de consolidação regulatória. A ID CTVM analisa como a adequação de estoques de fundos estruturados e a criação de novas classes e subclasses fortaleceram a transparência e a segurança jurídica do setor.

A adaptação de um fundo existente à Resolução CVM 175 envolveu a revisão completa de seus regulamentos, a readequação dos contratos de prestação de serviços essenciais, a segregação de responsabilidades entre gestores e administradores e a reformulação dos arranjos de remuneração. Em carteiras de fundos estruturados de grande porte, essa transição exigiu uma coordenação precisa entre os comitês de risco, equipes jurídicas e os prestadores de serviços de retaguarda para evitar qualquer interrupção na liquidação das operações diárias.

A esteira de transição automatizada e o suporte fiduciário especializado

Para garantir que a adequação dos regulamentos da sua carteira administrada ocorresse sem sobressaltos operacionais para os gestores e cotistas, a ID CTVM estruturou um plano de transição apoiado na automação de processos e na atuação proativa de sua equipe técnica. Por meio de ferramentas de carga massiva de dados e adequação de parâmetros de regras de enquadramento, os sistemas da ID permitiram a migração fluida dos regulamentos para a nova estrutura de classes e subclasses prevista pela CVM.

Além da revisão jurídica das peças constitutivas dos fundos, as plataformas da ID adaptaram em tempo real a emissão de relatórios de apuração e de informes diários enviados às registradoras e à CVM, garantindo que a transparência sobre taxas de distribuição e limitação de responsabilidade dos cotistas fosse implementada em estrita conformidade com a nova lei.

“A adaptação do estoque de fundos à Resolução CVM 175 foi um teste de estresse para a capacidade técnica e tecnológica das instituições de infraestrutura. Na ID CTVM, planejamos essa transição para que a adequação regulatória ocorresse de forma transparente e sem qualquer impacto no dia a dia operacional das gestoras. O encerramento desse cronograma marca o início de um mercado de capitais mais maduro, seguro e preparado para atrair novos capitais com regras claras de limitação de responsabilidade e segregação de funções”, enfatiza o diretor Rodrigo Balassiano.

Estrutura pronta para a nova fase do mercado securitizado

A entrega de soluções eficientes durante a fase de transição regulatória reforçou a posição da ID CTVM como parceira de referência para a constituição e manutenção de fundos de investimento no país.

Combinando escala operacional com rigor na observância das diretrizes da CVM e da ANBIMA, a empresa ampara seus parceiros na criação de novos veículos estruturados já nativos sob a égide do novo regulamento.

Com uma infraestrutura totalmente adaptada e com plataformas que garantem o reporte de dados em tempo real, a ID CTVM reafirma o seu compromisso de atuar como indutora de inovação e governança no mercado de valores mobiliários brasileiro.

 

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