Entenda a diferença entre exames sorológicos e moleculares, com o empresário Manoel Conde Neto

Você com certeza já deve ter ido ao médico e quando recebeu o pedido de exames, não sabia do que se tratava, correto? Para o empresário Manoel Conde Neto, proprietário da Farma Conde, entender como funcionam os exames sorológicos e moleculares é de extrema importância para entender os procedimentos e a forma como são identificados os diagnósticos. 

 

Sabemos que com a atual pandemia do Coronavírus, a repercussão dos nomes de exames e da eficácia atribuída a cada um deles se tornou algo polêmico. Atualmente, para se detectar o material genético do coronavírus (SARS-COV-2), são realizados dois tipos de exames: RT-PCR (molecular) e o sorológico. Sendo assim, se você possui interesse em conhecer melhor esses testes que circundam o cotidiano do ramo farmacêutico, leia esse artigo até o final. 

 

De início é importante termos ciência de que os testes devem ser aplicados conforme o contexto e situação dos pacientes, de modo que a confiabilidade dos resultados seja completa e que o teste esteja de acordo com a necessidade, como pensa o empresário Manoel Conde Neto. Você já ouviu falácias mencionando que o teste mais caro sempre será o melhor? Isso não pode ser aplicado no setor da saúde, uma vez que a análise do quadro dos pacientes impulsionam a escolha do teste mais adequado a ser realizado. Veja abaixo a principal diferença entre esses dois exames:

 

Exame molecular (RT-PCR e RT-PCR Genexpert)

Na língua inglesa, recebe o nome de Reverse-Transcriptase Polýmerase Chan Reaction, e trata-se do exame padrão de referência que identifica a presença do RNA, isto é, da molécula, neste caso, do vírus (SARS-COV-2), no código genético do paciente. Você se lembra das aulas de biologia no colégio? Se sim, você deve saber que tal procedimento é realizado mediante a ampliação do ácido nucleico pela reação em cadeia da polimerase. 

 

Todavia, é válido entendermos que na concepção do empresário Manoel Conde Neto, esse teste deve ser realizado ainda no início da doença, pois a quantidade do vírus presente no organismo impacta diretamente na identificação precisa. Caso você não saiba, as amostras são coletadas através da nasofaringe (nariz) e orofaringe (garganta), com uso de swabs (cotonetes específicos) e devem ser realizados em ambulatórios ou consultórios, após a correta identificação da fase da doença.

 

Exame sorológico

Já se tratando do teste sorológico, esse trabalha com a identificação da presença de anticorpos (IgM e IgG), nesse caso para o atual coronavírus (SARS-COV-2). Essa variação de anticorpos permite visualizar se a doença ainda está em curso (IgM) ou se o contágio foi transmitido há mais tempo (IgG). É importante saber que esse teste deve ser realizado após o 10° dia de persistência dos sintomas da doença, período este em que os anticorpos são produzidos. 

 

Como menciona o empresário Manoel Conde Neto, esse exame de sorologia tradicional é realizado por amostras de soro após punção venosa, feita em laboratórios, obtidos também por testes rápidos – que consiste no mesmo método, mas com uma diferente técnica de leitura do diagnóstico. Também é importante sabermos que a amostra pode ser coletada do sangue total, do soro ou do plasma do paciente. 

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